segunda-feira, 8 de outubro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
ESTILOS MUSICAIS
A música é uma das mais belas formas de arte e de
expressão criadas pelo homem. Ela consiste basicamente na combinação de sons e
silêncio organizados ao longo de um tempo. A música
pode ser dividida em estilos musicais, contudo as divisórias são sutis, abertas
à interpretação individual e as vezes controversas.
A relação entre ritmo, melodia e harmonia é o
primeiro passo na definição de um estilo musical - mas, muitas vezes, isso
ainda não basta. Muitos estilos podem ser identificados, definidos ou até mesmo
divididos por meio dos instrumentos utilizados à origem étnica, do conteúdo
emocional das letras e até do modo de interpretação. Para complicar, hoje em
dia ocorre todo tipo de fusão de estilos.
Falar de todos os estilos musicais tona-se
impossível, já que existem muitos deles. Por isso abordaremos os mais cinco
mais conhecidos e abrangentes: os estilos country, clássico, eletrônico, gospel
e rock n'roll.
A música country no começo chamava-se
“hillbilly music”, algo como música caipira, mas muitos achavam esse rótulo
pejorativo e desde o fim dos anos 1940 ela foi renomeada como música country.
Esse tipo de canção, que surgiu nos Estados Unidos nas primeiras décadas do
século 20, tem grande importância na sua influência na gênese de um dos mais
populares e bem-sucedidos gêneros da história da música popular: o rock n’roll. Além disso, a estética musical e comportamental da música
country norte-americana extrapolou as fronteiras do país e influenciou outras
culturas, como pode ser observada na música sertaneja pop que surge no Brasil
no final dos anos 80.
A
música clássica utiliza formas como o concerto, a sinfonia, a ópera, a música de dança, a suíte, o estudo, o poema
sinfônico, entre outros, enquanto a maior
parte dos estilos de música popular utiliza o formato de canções. Ela frequentemente se distingue pelo amplo uso que faz de instrumentos musicais de diferentes timbres e tonalidades, criando um som profundo
e rico. Obras do repertório clássico frequentemente exibem uma complexidade
artística através do uso do desenvolvimento temático, do fraseado, da modulação, dos períodos, seções e movimentos. A análise
musical de uma composição tem como meta atingir uma maior compreensão
desta obra, levando a uma audição mais plena de significado, e com maior
apreciação, do estilo de um compositor.
A música eletrônica é toda música que é criada ou modificada através do uso de equipamentos e
instrumentos eletrônicos, tais
como sintetizadores, gravadores digitais, computadores ou softwares de composição.
Até mesmo leigos podem produzir sua própria música com a ajuda de aparelhos e
instrumentos eletrônicos. Um ponto importante para a música eletrônica ocorreu
na década de 1970, quando a banda alemã Kraftwerk revolucionou a música
eletrônica, utilizando-se da temática robótica e eletrônica em suas composições
musicais. O auge veio na década de 1980 com o surgimento do Synth Pop, estilo
que tem como o base o sintetizador. O Synth Pop foi muito apreciado e difundido
por bandas como Depeche Mode, New Order, Information
Society entre outros. O estilo permanece
até hoje como um dos mais importantes e apreciados da música contemporânea.
O gospel é um gênero musical de conteúdo religioso
que nasceu nos Estados Unidos no começo do século 20. Suas raízes estão na
fusão do spiritual, canções dos negros escravos cantadas à capela e com
acompanhamento rítmico de batidas das palmas das mãos, com elementos da
religião protestante. Entre as principais características da música gospel
estão a relação entre o cantor e o coro num vocal estilo "chamado e
resposta" e na excitação religiosa expressa na interpretação das canções.
O gospel influenciou fortemente os principais estilos da canção popular que
nasceram nos Estados Unidos no século 20, como o rhythm'n'blues, o rock'n'roll
e a soul music. Além de interpretações de Elvis Presley, Ray Charles e Sam
Cooke, a canção gospel destacou-se também nas vozes de Aretha Franklin e
Mahalia Jackson.
O rock and roll (conhecido
como rock'n'roll) é um estilo de musicalidade que surgiu nos Estados Unidos no
final dos anos 40 e
início dos anos 50, com raízes na música country, blues, R&B e música gospel. Normalmente as bandas além do
instrumento predominate, a guitarra, são formadas por um: contrabaixo e uma bateria.
Nos primórdios do rock and roll também se utilizava o piano ou o saxofone frequentemente como instrumentos bases,
mas estes foram substituídos ou suplantados geralmente pela guitarra a partir
da metade dos anos 1950.A batida é essencialmente um blues boogie-woogie com contratempo acentuado, este último quase fornecido
por uma caixa clara.
A enorme popularidade e eventual visão no mundo inteiro do rock and roll
deu-lhe um impacto social único. Muito além de ser simplesmente um gênero
musical como visto nos filmes e na televisão e de acordo com a mídia que se
desenvolvia na época - influenciou estilos de vida, moda, atitudes e linguagem.
MÚSICA CLÁSSICA
Música clássica ou música erudita é o nome dado à principal variedade de música produzida ou enraizada nas tradições da música secular e litúrgica ocidental, que abrange um período amplo que vai aproximadamente do século IX até o presente, e segue cânones preestabelecidos no decorrer da história da música. As normas centrais desta tradição foram codificadas entre 1675 e 1900, intervalo de tempo conhecido como o período da prática comum. Devido à forma extremamente diversificada de formas, estilos, gêneros e períodos históricos que geralmente são descritos pelo termo "música clássica", é uma tarefa complexa listar características que possam ser atribuídas a todas as obras deste tipo de música. Existem, no entanto, características que a música clássica tem e que poucos (ou até mesmo nenhum outro) tipo de música apresenta. A música clássica frequentemente se distingue pelo amplo uso que faz de instrumentos musicais de diferentes timbres e tonalidades, criando um som profundo e rico. Os diferentes movimentos da música clássica foram afetados principalmente pela invenção e modificação destes instrumentos ao longo do tempo. Embora a música clássica não tenha um "conjunto" de instrumentos necessários para que certos padrões de sua execução sejam preenchidos, os compositores escrevem suas obras tendo em mente diferentes conjuntos instrumentais:
- orquestras: Uma orquestra comporta
todas as famílias instrumentais acústicas: as cordas (violino, viola,
violoncelo e contrabaixo), as madeiras (flauta, oboé, clarineta, fagote,
trompa etc.), os metais (trompete, trombone, tuba) e a percussão (tímpano,
gongo, xilofone etc.). Saxofone e violão eventualmente também participam de
uma orquestra, além de pianos, órgãos e celestas. Para as orquestras são
escritas as sinfonias. Quando se destaca um instrumento da orquestra que
será a voz principal, para o qual a melodia foi composta, trata-se de um
concerto.Mesmo destacando-se um instrumento ou conjunto de instrumentos
nos concertos, a orquestra toda pode estar presente. As orquestras também
realizam os acompanhamentos das óperas, que são compostas para a voz humana. A voz pode ser
classificada da mesma maneira que os instrumentos, observando-se a
extensão de notas alcançada por ela. As vozes mais agudas são chamadas
"soprano", as vozes mais
graves são os "baixo", que alcançam as
notas mais graves.
Os instrumentos usados na
música clássica foram, em grande parte, inventados antes de meados do século XIX (frequentemente muito antes disso), e seu uso foi
codificado nos séculos XVII e XIX; consistem de todos os instrumentos
tipicamente encontrados numa orquestra, acrescidos de outros como o piano, o cravo e o órgão.
Antonio Vivaldi, Johann
Sebastian Bach, George
Frideric Handel, Wolfgang
Amadeus Mozart, Ludwig van
Beethoven; Gioachino
Rossini, Felix Mendelssohn, Frédéric Chopin, Richard Wagner, Giuseppe Verdi; Johann Strauss
II, Johannes Brahms, Georges Bizet, Pyotr
Ilyich Tchaikovsky, Antonín Dvořák; Edvard Grieg, Edward Elgar, Sergei
Rachmaninoff, George Gershwin, Aram
Khachaturian
Principais obras
1. SINFONIA 9, BEETHOVEN
2. DON GIOVANNI, MOZART
3. A PAIXÃO SEGUNDO SÃO MATEUS, BACH
4. A SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA, STRAVINSKY
5- ALLEGRO, BACH
sábado, 7 de julho de 2012
ARTE RUPESTRE x GRAFITE
·
Arte Rupestre é o
mais antigo tipo de arte da história, teve início no período Paleolítico
Superior. As principais obras eram desenhos e pinturas, tendo como tela as
paredes e tetos de cavernas. Eram representados, principalmente, animais
selvagens, linhas, círculos e espirais. Seres humanos eram mais representados
em situações de caça. Ossos, pedras e madeiras eram utilizados em esculturas.
No Brasil, os desenhos de diferentes épocas sugerem rituais, cenas de
sexo, animais, cenas de luta ou mesmo representações geométricas. No território
brasileiro existem vários sítios de arte rupestre pré-histórica: Parque
Nacional da Serra da Capivara em São Raimundo Nonato (Piauí),Parque Nacional
Sete Cidades (Piauí),Cariris Velhos (Paraíba),Lagoa Santa (Minas Gerais),Rondonópolis
(Mato Grosso),Peruaçu (Minas Gerais),entre outros.
Diferente do que ocorre em outros países, a arte rupestre brasileira não
é preservada devidamente. Apesar de tratar-se de um patrimônio histórico (ou
pré-histórico) o descuido, queimadas, a ação de empresas de
mineração, e as depredações típicas de turistas (como carregar lembranças) e
dos pichadores (vândalos), é uma ameaça a esse patrimônio de valor inestimável.
·
Grafite é o nome dado às inscrições feitas em
paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição
caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é
normalmente previsto para esta finalidade.Por muito tempo visto como um assunto
irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como
forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente,
da street art ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços
públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade.
Entretanto ainda há quem não concorde, equiparando o valor artístico do grafite
ao da pichação, que é bem mais controverso. Sendo que a remoção do grafite é
bem mais fácil do que o piche.
http://www.youtube.com/watch?v=DOkd6td3Cn8&feature=related
segunda-feira, 18 de junho de 2012
O HOMEM VITRUVIANO E A PROPORÇÃO ÁUREA
O homem vitruviano é um conceito apresentado na obra ''Os dez livros da Arquitetura'', escrita pelo arquiteto romano Marco Vitrúvio Polião, do qual o conceito herda em seu nome. Tal conceito é considerado um cânone das proporções do corpo humano, segundo um determinado raciocínio matemático e baseando-se, em parte, na proporção áurea. Desta forma, o homem descrito por Vitrúvio apresenta-se como um modelo ideal para o ser humano, cujas proporções são perfeitas, segundo o ideal clássico de beleza.
Originalmente, Vitrúvio apresentou o cânone tanto de forma textual (descrevendo cada proporção e suas relações) quanto através de desenhos. Porém, à medida que os documentos originais perdiam-se e a obra passava a ser copiada durante a Idade Média, a descrição gráfica se perdeu. Desta forma, com a redescoberta dos textos clássicos durante o Renascimento, uma série de artistas, arquitetos e tratadistas dispuseram-se a interpretar os textos vitruvianos a fim de produzir novas representações gráficas. Dentre elas, a mais famosa e (hoje) difundida é a de Leonardo da Vinci.
Desde a Antiguidade, a proporção áurea é empregada na arte, em obras como ''O Nascimento de Vênus'', quadro de Botticelli, em que Afrodite está na proporção áurea. Essa proporção estaria ali aplicada pelo motivo de o autor representar a perfeição da beleza. Em ''O Sacramento da Última Ceia'', de Salvador Dalí, as dimensões do quadro (aproximadamente 270 cm × 167 cm) estão numa Razão Áurea entre si. Na história da arte renascentista, a perfeição da beleza em quadros foi bastante explorada com base nessa constante. Vários pintores e escultores lançaram mão das possibilidades que a proporção lhes dava para retratar a realidade com mais perfeição.
Justamente por estar envolvido no crescimento, este número se torna tão frequente. E justamente por haver essa frequência, o número de ouro ganhou um status de "quase mágico", sendo alvo de pesquisadores, artistas e escritores. Apesar desse status, o número de ouro é apenas o que é devido aos contextos em que está inserido: está envolvido em crescimentos biológicos, por exemplo. O fato de ser encontrado através de desenvolvimento matemático é que o torna fascinante.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
IMPRESSIONISMO
O Impressionismo é um
movimento artístico surgido na França que
passou a explorar, de forma conjunta, a intensidade das cores e a sensibilidade
do artista e que criou uma nova visão
conceitual da natureza utilizando pinceladas soltas dando ênfase na luz e no
movimento.
A denominação
“impressionismo” foi dada após a declaração pejorativa do crítico de arte
francês Louis Leroy ao ver a tela “Impression du Soleil Levant”, de Monet, um
dos principais artistas do movimento.
Geralmente as telas
eram pintadas ao ar livre para que o pintor pudesse capturar melhor as nuances
da luz e da natureza A ênfase era dada na
capacidade da luz solar em modificar todas as cores de um ambiente, assim, a
retratação de uma imagem mais de uma vez, porém em horários e luminosidades
diferentes, era algo normal. O impressionismo explora os contrastes e a
claridade das cores, resplandecendo a ideia de felicidade e harmonia.
A arte alegre e
vibrante dos impressionistas enche os olhos de cor e luz. A presença dos
contrastes, da natureza, transparências luminosas, claridade das cores,
sugestão de felicidade e de vida harmoniosa transparecem nas imagens criadas
pelos impressionistas. Para eles, os objetos
deveriam ser retratados como se estivessem totalmente iluminados pelo sol,
valorizando as cores da natureza. Além disso, as figuras não deveriam ter
contornos nítidos e o preto jamais poderia ser utilizado; até as sombras deveriam
ser luminosas e coloridas.
Os principais artistas impressionistas foram Monet, Manet, Renoir, Camile Pissaro, Alfred Sisley, Vincent Van Gogh, Degas, Cézanne, Caillebotte, Mary Cassatt, Boudin, Morisot, etc. No Brasil, o representante máximo do impressionismo foi Eliseu Visconti, o qual teve contato com a obra dos impressionistas e soube transformar as características do movimento conforme a cor e a atmosfera luminosa do nosso país.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
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